Foto: Reprodução/ Instagram
A cantora Eliza Clívia, ex-integrante do grupo Cavaleiros do Forró, morreu no início da tarde desta sexta-feira (16), após um acidente de carro em Aracaju, capital do estado de Sergipe. A morte foi confirmada ao Bahia Notícias pela produção da artista. Ela estava em um carro que foi atingido por um ônibus em um cruzamento. A cantora morreu na hora. De acordo com informações da equipe de Eliza, ela estava saindo de uma rádio na cidade e, a caminho de uma emissora de televisão local, sofreu o acidente. A cantora faria um show em Aracaju, na noite desta sexta, e estava divulgando a apresentação em vários veículos de comunicação da capital sergipana. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento da artista, já que a família ainda está tomando conhecimento do que ocorreu. No Instagram, a última publicação de Eliza foi um registro de sua participação em um programa de TV. “Cheguei Aracaju! Já estou aqui na @tvAperipê , com o querido @nivaldocandido daqui á pouquinho no ar”, postou.
Segundo uma fonte do aeroporto, que não quis se identificar, estavam a bordo 105 passageiros e 11 tripulantes
Segundo uma fonte do aeroporto, que não quis se identificar, estavam a bordo 105 passageiros e 11 tripulantes (Foto/AFP)
Um avião militar birmanês com 116 pessoas a bordo desapareceu nesta quarta-feira quando voava entre a cidade de Myeik, no sul do país, e Yangon, indicaram o Exército e uma fonte do aeroporto.
“A comunicação com a aeronave foi perdida às 13h35 [04h05 de Brasília] quando estava 20 milhas a leste da cidade de Dawei”, declarou em um comunicado o escritório do comandante em chefe do Exército.
Segundo uma fonte do aeroporto, que não quis se identificar, estavam a bordo 105 passageiros e 11 tripulantes.
via : EXAME
Os raios que acompanharam a chuva deste domingo (28) em Mossoró, no Rio Grande do Norte, deixaram vários bairros sem energia elétrica. Em alguns, a energia já foi reestabelecida, como mostrou a Inter TV Cabugi (vídeo acima). Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN, o nível de precipitação da noite foi de 30 mm.
Os bairros Presidente Dutra, Liberdade, Alto de São Manuel, Ulrich Graff e Alto do Sumaré ficaram sem energia após transformadores da Companhia Energética do RN (Cosern) serem atingidos por descargas elétricas. Já de madrugada, por volta das 4h50, voltou a faltar luz em Alto do Sumaré, Monte Olimpo e Nova Vida; a energia só foi reestabelecida por volta das 9h.
As quedas de energia também interferiram no abastecimento de água — sete dos 16 poços da cidade foram afetados. De acordo com a Cosern, os sistemas já foram religados e o abastecimento deve se reestabelecer em até 48 horas.
Enquanto persistirem as quedas de energia, a Cosern orienta os moradores a desconectarem aparelhos eletrônicos da tomada, evitarem contato com paredes úmidas e evitarem mexer em antenas. Quem quiser informar sobre emergências ou sobre fios caídos na rua pode entrar em contato com a Companhia pelo telefone 116.
PrePresidente Dutra, Liberdade e Alto de São Manuel estão entre os bairros que ficaram sem luz (Foto: Ronildo Medeiros)
Doença degenerativa ainda não tem cura e causa identificada. Grupo Parkinson tem apresentando bons resultados no tratamento dos pacientes do Ceir.
Com Rigidez dos membros, voz reduzida, tremores involuntários, desequilíbrio e perda de memória são os principais sinais associados ao Mal de Parkison. A doença degenerativa, ainda sem cura e causa identificada, ganhou um novo aliado no tratamento: a musicoterapia.
No Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), em Teresina, a flauta, zabumba, triângulo, teclado, pandeiro e apito são mais do que instrumentos musicais. No grupo ParkinSong, onde ocorrem as aulas de musicoterapia coletiva, eles incentivam o movimento, memória, ajudam na expressividade, controle da respiração e da fala, além de distribuir muita felicidade entre os pacientes.
"O Parkinson é uma doença ainda sem cura, mas com a musicoterapia podemos retardar ou amenizar os sintomas que agravam tanto a funcionalidade da pessoa. As aulas ocorrem semanalmente e são montados pensando em ritmo e movimento, que ajudam na expressividade e controle do próprio corpo, porque normalmente quem tem a doença apresenta a face mascarda ou sintomas mais aparentes, como travamentos dos membros", explicou a musicoterapeuta Nydia do Rêgo Monteiro.
A musicoterapeuta destacou que todos os alunos foram indicados pelo neurologista para participar das aulas. Segundo ela, a ideia do grupo surgiu da demanda de pacientes de Parkinson e que aqueles que tinham atendimento individual estavam apresentando melhoras significativas no tratamento.
"Resolvemos então trazer isso para um grupo com no máximo quatro participantes. As aulas iniciaram este mês de maio e em pouco tempo, o resultado foi positivo porque a musicoteparia ajuda a estimular as funções. Mesmo com diferentes limitações, eles dividem aqui suas histórias", disse a professora.
Apesar de ter tido um comprometimento da voz e necessitar do uso de um microfone amplificador para falar, Maria da Cruz, de 65 anos, também enfrenta essa e outras consequências do Parkinson com a ajuda da música. Durante as aulas, ela exercita os truques que aprendeu para falar cantando e até mesmo andar.
Os alunos têm acompanhamento médico e a ideia também é puxar a família para que os exercícios feitos em sala de aula também sejam repetidos em casa. Jocélia Jesus Ferreira acompanha toda sessão de musicoterapia do marido José Orlando, de 67 anos, diagnosticado com Mal de Parkinson há 10 anos
"É a segunda aula de musicoterapia dele, mas foi o suficiente para ele passar a ter mais força, especialmente para levantar sozinho, o que antes não acontecia. Eu fiquei sabendo das aulas, então procurei o encaminhamento com o médico da família para conseguir o acompanhamento do meu marido pelo Ceir e estamos adorando a evolução dele", comentou Jocélia Jesus.
Animado com as músicas que lembram sua história, José Orlando revelou que entre as aulas oferecidas no Centro, a musicoterapia é a sua preferida. Ele contou que fica ansioso quando chega toda terça-feira, porque sabe que vai ter aula. Além da musicoterapia, José Orlando faz fisioterapia, arte e hidroginástica no Ceir.
"Chego a me arrumar uma hora antes para não perder o horário da aula. Me sinto bem, movimento o corpo e crio amizades", declarou.


